terça-feira, 24 de julho de 2012

Almas Perfumadas

"Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta.
De sol quando acorda.De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete.
Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo.
Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
Do acalanto que o silêncio canta.
De passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos, Deus está conosco, juntinho ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.Tem gente como você que nem percebe como tem a alma Perfumada!
E que esse perfume é dom de Deus."
 
Carlos Drummond de Andrade

O Alquimista

  O Alquimista pegou um livro que alguém na caravana havia trazido. O volume estava sem capa, mas conseguiu identificar seu autor: Oscar Wilde. Enquanto folheava suas páginas,encontrou uma história sobre Narciso.
  O Alquimista conhecia a lenda de Narciso, um belo rapaz que todos os dias ia contemplar sua própria beleza no lago. Era tão fascinado por si mesmo que certo dia caiu dentro do lago e morreu afogado. No lugar onde caiu nasceu uma flor, que chamaram de Narciso.
  Mas não era assim que Oscar Wilde acabava a história.
  Ele dizia que quando Narciso morreu vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram o lago transformado, de um lago de água doce,num cântaro de águas salgadas.
  - Porque você chora ? – Perguntaram as Oréiades.  
  - Choro por Narciso – disse o lago.
  - Ah, não nos espanta que você chore por Narciso – continuaram elas. – Afinal de contas, apesar de todas nós corrermos atrás dele pelo bosque, você era o único que tinha na oportunidade de contemplar de perto sua beleza.
  - Mas Narciso era belo? – perguntou o lago.
  - Quem mais do que você poderia saber disso? – responderam surpresas as Oréiades. – Afinal de contas eram em suas margens que ele se debruçava todos os dias.
  O lago ficou algum tempo quieto. Depois disse:
  - Eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que Narciso era belo.
  “Choro por Narciso, porque todas as vezes que ele se deitava sobre minhas margens eu podia ver, no fundo dos seus olhos, minha própria beleza refletida.”
  “Que bela história” ,disse o Alquimista.

                Prólogo do livro: O Alquimista de Paulo Coelho.

domingo, 22 de julho de 2012

Como manter-se jovem

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso
e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja.
Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é a oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é
Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas - Aprecie mais.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele /ela!


6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio. Não o descarte..

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um
país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.

10. Diga às pessoas que as ama e que ama a cada oportunidade de estar com
elas.

" O mundo é de quem se atreve."


"Um dia você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida."


(Desconheço o Autor)

William Shakespeare

Amor e Amizade

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade…
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakespeare

O Pequeno Príncipe

…Vem brincar comigo – propôs ele. – Estou tão triste…

Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. – Não me cativaram ainda.

- Ah desculpa – disse o principezinho.

Mas, após refletir, acrescentou:

- Que quer dizer “cativar”?

- Tu não és daqui – disse a raposa. – Que procuras?

- Procuro os homens – disse o pequeno príncipe. – Que quer dizer “cativar”?

- É algo quase sempre esquecido – disse a raposa. – Significa “criar laços”…

- Criar laços?

- Exatamente – disse a raposa. – Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti.E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…

- Começo a compreender – disse o pequeno príncipe. – Existe uma flor… Eu creio que ela me cativou…

… – A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

- Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.

- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentará mais perto…

No dia seguinte o principezinho voltou.

- Teria sido melhor se voltasses à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz.. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração… É preciso que haja um ritual.

… Assim, o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse: – Ah! Eu vou chorar.

- A culpa é tua – disse o principezinho. – Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse… Quis – disse a raposa. Mas tu vais chorar! – disse ele. – Vou – disse a raposa. – Então, não terás ganhado nada! – Terei, sim – disse a raposa…

…Vai rever as rosas. Assim compreenderás que a tua rosa é única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo…

… E voltou, então à raposa: – Adeus… – disse ele… – Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê o bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.

- O essencial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho, para não se esquecer. – Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.

- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… – repetiu ele, para não se esquecer.

- Os homens esqueceram essa verdade – disse ainda a raposa . – Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa…

- Eu sou responsável pela minha rosa… – repetiu o principezinho, para não se esquecer.


Trechos do livro: O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry

sábado, 14 de julho de 2012

Mulheres que amam demais...

Quando estamos apaixonadas significa sofrimento; quando a maior parte de nossas conversas com amigas íntimas é sobre ele, os seus problemas, o que ele pensa, os seus sentimentos… Quando quase todas as nossas frases começam por <<ele…>>, estamos a AMAR DEMAIS.
  Quando lhe desculpamos o mau humor, o mau gênio, a indiferença ou os atribuímos a uma infância infeliz e tentamos tornar-nos sua terapeuta, estamos a AMAR DEMASIADO.
  Quando lemos um livro de auto-ajuda e sublinhamos todas as passagens que achamos que o ajudariam, estamos a AMAR DEMASIADO.
  Quando a nossa relação põe em risco o nosso bem-estar emocional e até, talvez, a nossa saúde física e a nossa segurança, estamos sem dúvida a AMAR DEMAIS.
  Amar se transforma em AMAR DEMAIS quando o nosso parceiro é inadequado, desatencioso e indisponível, e mesmo assim não podemos prescindir dele… Aliás, ainda o queremos e necessitamos mais dele. Viremos a entender como querer o amor, desejar o amor, se torna uma dependência.
  Dependência é uma palavra assustadora.
  Se alguma vez deu consigo obcecada por um homem, pode ter suspeitado que a raiz dessa obsessão é, não o amor, mas o medo. Todas nós que amamos obsessivamente estávamos cheias de medo. Medo de estarmos sós, de sermos inaptas para ser amadas e indignas disso, medo de sermos ignoradas, abandonadas ou destruídas. Damos o nosso amor na esperança desesperada de que o homem por quem estamos obcecadas trate dos nossos medos. Em vez disso, os nossos medos e obsessões aumentam até que dar amor para recebermos se torna uma força dominante nas nossas vidas. E como a nossa estratégia não resulta, tentamos amar ainda mais. AMAMOS DEMAIS.
  Descobri o fenômeno de <<amar demais>> como sendo uma síndrome específica de pensamentos, sentimentos e comportamentos. Onde todas nós precisamos negar o que é demasiado doloroso ou ameaçador para poder ser aceite por nós. A negação é um meio natural de autoproteção que atua automaticamente e espontaneamente.
  È essa uma das ironias da vida. As mulheres capazes de reagir com simpatia e compreensão à dor da vida de outrem se mantêm, contudo, cegas à dor que existe ba sua própria vida. Sei muito bem disto, já que fui quase toda a minha vida uma mulher que amou demais, até que o reflexo na minha saúde física e emocional foi tão grave que me vi obrigada a analisar o meu padrão de relacionamento com homens. Tenho passado os últimos anos a tentar arduamente mudar esse padrão. Têm sido os anos mais compensadores de minha vida.


               Robin Norwood – Prefácio do livro: Mulheres que amam demais.

Você sabe o que é amar???


Eu estou aprendendo.
Estou aprendendo a aceitar as pessoas,
Mesmo quando elas me desapontam,
Quando fogem do ideal que tenho para elas,
Quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas.
Não é fácil aceitar as pessoas assim como elas são,
Não como eu desejo que elas sejam,
Mas como elas são!
É difícil, muito difícil,
Mas estou aprendendo.
Estou aprendendo a amar.
Estou aprendendo a escutar,
Escutar com os olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos.
Escutar o que diz o coração,
O que dizem os ombros caídos,
Os olhos, as mãos irrequietas.
Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais;
Descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta.
Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada.
Descobrir a dor de cada coração.
Aos poucos, estou aprendendo a amar.
Estou aprendendo a perdoar,
Pois o amor perdoa, lança fora as mágoas,
E apaga as cicatrizes que a incompreesão e insensibilidade gravaram no coração ferido.
O amor não alimenta mágoas com pensamentos dolorosos.
Não cultiva ofensas com lástimas e autocomiseração.
O amor perdoa, esquece,
Extingue todos os traços de dor no coração.
Passo a passo,
Estou aprendendo a perdoar, a amar.
Estou aprendendo a descobrir,
O valor que se encontra dentro de cada vida, de todas as vidas,
Valor soterrado pela rejeição,
Pela falta de compreensão, carinho e aceitação,
Pelas experiências duras vividas ao longo dos anos,
Estou aprendendo a ver nas pessoas a sua alma,
E as possibilidades que Deus lhes deu.
Estou aprendendo,
Mas como é lenta a aprendizagem!
Como, é difícil amar,
Amar, como Cristo amou!
Todavia, tropeçando,
Errando, estou aprendendo…
Aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores,
Meus interesses, minha ambição, meu orgulho quando estes impedem o bem-estar e a felicidade de alguém.
Como é duro amar!!!

(Desconheço a autoria)

O Feitiço do Tempo



  Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte. Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastar durante o dia.
                 O que você faz??? Você irá gastar cada centavo é claro! Todos nós somos clientes deste banco que estamos falando. Chama-se tempo. Toda manhã é creditada para cada um de nós 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado, como perda. Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sombras do dia se evaporam. Não há volta.
                 Você precisa gastar vivendo no presente seu depósito diário. Invista, então no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso! O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
                 Para você perceber o valor de um ano, pergunte a um estudante que repetiu o ano. Para você perceber o valor de um mês, pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuro. Para você perceber o valor de uma semana, pergunte a um editor de jornal semanal. Para você perceber o valor de uma hora, pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar. Para você perceber o valor de um minuto, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem. Para você perceber o valor de um segundo, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente. Para você perceber o valor de um milisegundo, pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma Olimpíada.
                 Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial suficiente para gastar o seu tempo junto com você. Lembre-se: O tempo não espera por ninguém. Ontem é história. O amanhã é um mistério. O hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de PRESENTE!!!

                                                          Deconheço o autor.

Amar pode dar certo.


… O amor é uma energia que cresce dentro de nós e nos convida a estar com o outro… Amar não é se anular para fazer o outro feliz. O amor não cria o eterno sofrimento de estarmos sempre por baixo no relacionamento…
  …Amar não é viver assustado, procurando adivinhar o que o parceiro quer, para obter sua aprovação ou temendo o seu mau humor. O sentimento do amor nos dignifica e nos dá a verdadeira dimensão do nosso valor; faz-nos sentir que pertencemos à raça humana…
  …Amar é fazer uma viagem fantástica com alguém, e nessa viagem, ao mesmo tempo em que desfrutamos essa entrega, desvendamos os mistérios que ela nos apresenta a cada momento…
  …O amor é a força que nos torna guerreiros… O amor é uma viagem para dentro de nós, em busca de respostas que nos revelem o que está certo conosco, mesmo que o outro esteja sendo desleixado com nosso amor…
  …Ousar no amor é ter coragem de dizer à pessoa amada aquilo que não nos permitimos de dizer a mais ninguém.
  Ousar no amor é ser verdadeiro, mesmo que para isso não sejamos tão atraentes como desejaríamos ser.
  Ousar no amor é renovar a relação, é embelezá-la a cada dia mais, É inspirar-se na sabedoria da natureza, que faz uma árvore, com dezenas ou centenas de anos, permanecer a mesma, renovando-se, porém periodicamente ao substituir as folhas secas e velhas por outras novas e verdes.
  Ousar no amor é saber abandonar os comportamentos patológicos do passado e ir ao encontro do amor…
  … Ser romântico é conseguir ver, na pessoa que se ama, o encanto do próprio amor.
  Ser romântico é ter a coragem de cantar o amor, é ter a coragem de elevar o outro à condição de rei ou de rainha, sem ser súdito; é ver, na beleza do brilho dos olhos do ser amado, mais intensidade que os raios do sol, embora para qualquer outro isso passe despercebido…
  …Cada ser humano é único, e a beleza do amor está em conseguir levar à unicidade sem cair na uniformidade. Há diferentes formas de ser, e o amor é o que une as pessoas, sem destruir suas características pessoais…
  …O amor é a relação básica do ser humano. Somente por ele se expande sistema da vida e se alarga a percepção do sentido da totalidade.


           Trechos do Livro:
                    Amar pode dar certo -  Roberto Shinyashiki & Eliana B. Dumêt